FAKE NEWS: Facebook e Instagram retiram live de Bolsonaro associando vacinas contra o Covid a Aids; Randolfe da CPI da Pandemia vai denunciar Bolsonaro a Alexandre de Moraes no Inquérito das Fake News
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(Publicada ori9ginalmente ás 14h 41 do dia 25/10/2021)
(Brasília-DF, 26/10/2021) Na quinta-feira, 21, em sua live no Facebook/ Youtube, o presidente Jair Bolsonaro divulgou notícia falsa de site do Reino Unido que associava adquirir AIDS para quem foi vacinado totalmente contra o covid-19. A notícia foi imediatamente desmentida por sites de checagens e no final de semana autoridades britânicas afirmaram que não existiam relatórios governamentais neste sentido e que tudo era falso. Nesta segunda-feira, 25, o Facebook e o Instagram retiraram do ar as declarações e falas nas suas redes sociais.
“Uma comparação de relatórios oficiais do governo sugere que os totalmente vacinados estão desenvolvendo a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida muito mais rápido do que o previsto”, disse Bolsonaro que não quis entrar em detalhes, segundo ele, para não dar problemas na live.
A nota do facebook, divulgada por sua porta-voz no Brasil foi curta e singela.
Segue, abaixo, o posicionamento do Facebook sobre o caso:
“Nossas políticas não permitem alegações de que as vacinas de COVID-19 matam ou podem causar danos graves às pessoas” - porta-voz do Facebook.
Reação
O vice-presidente da CPI da Pandemia no Senado, que encerra seus trabalhos na votação do relatório final do senador Renan Calheiros(MDB-AL), poderá incluir novo indiciados – chamou Bolsonaro de um delinquente contumaz e disse que vai denunciá-lo no STF no Inquérito da Fake Nes.
“Temos um delinquente contumaz na Presidência da República! Informo que incluiremos, no relatório da CPI, a fala mentirosa e absurda de Bolsonaro associando a vacina contra a COVID-19 à AIDS.”, disse no Twitter.
Ele falou mais:
“Além disso, encaminharemos ofício ao Ministro Alexandre de Moraes, pedindo que Bolsonaro seja investigado por esse absurdo no âmbito do inquérito das fake news e recomendaremos às plataformas de redes sociais a suspensão e/ou o banimento do Presidente.”, disse.
( da redação com informações de redes sociais e assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)